Sobre o monitoramento
O Lagoa em Foco divulga os resultados do monitoramento da qualidade da água da Lagoa Central de Lagoa Santa (MG), realizado no âmbito do mestrado Avaliação, monitoramento e sensibilização: uma abordagem integrada para a qualidade da água na Lagoa Central de Lagoa Santa/MG.
Como as coletas são feitas
A equipe coleta amostras em oito pontos ao redor e no centro da lagoa, em campanhas sazonais (verão, outono, inverno e primavera). Cada amostra é analisada para parâmetros físicos, químicos e biológicos escolhidos por indicarem, de forma simples e comparável, o estado trófico da lagoa, a oxigenação, o aporte de nutrientes e sedimentos, a matéria orgânica e o risco sanitário.
Como interpretar os resultados
- Dentro do limite: o valor está dentro do permitido para águas doces de Classe 2.
- Próximo do limite: ainda permitido, mas perto do valor máximo (ou mínimo). Merece acompanhamento.
- Fora do limite: o valor ultrapassa o permitido pela legislação.
- Sem limite legal: a legislação não define limite para esse parâmetro em lagoas. Ele é acompanhado para identificar mudanças ao longo do tempo.
Um resultado isolado fora do limite não significa, por si só, risco à saúde. Ele indica que a situação precisa ser investigada.
Referências
- CONAMA. Resolução nº 357, de 17 de março de 2005. Classificação dos corpos d’água e diretrizes para o enquadramento.
- COPAM/CERH-MG. Deliberação Normativa Conjunta nº 08, de 2022.
- CONAMA. Resolução nº 274, de 29 de novembro de 2000. Critérios de balneabilidade em águas brasileiras.
Privacidade
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